Colaborar e acreditar nas pessoas sempre esteve enraizado em nossa cultura. Estamos construindo não apenas experiências com a tecnologia, mas fazendo com que nossos Builders cresçam em perspectivas que vão muito além disso. Capacitá-los para que estes alcancem seus objetivos é um dos fatores que mais nos motivam. Ser solicito ao próximo, já faz parte do nosso dia a dia; como cooperamos de forma horizontal, estamos sempre buscando aumentar o potencial dos outros para que todos alcancem resultados fora da curva.

Larissa Venâncio, Tester & Builder

Larissa Venâncio, Tester & Builder

Procuramos a todo instante, estarmos envolvidos em muitas esferas da sociedade. E hoje, como dia do voluntariado no Brasil, trouxemos a Larissa Venâncio, do nosso time de Testers como prova disso. Ela participa de programas de inserção e reintegração de mulheres que estão fora do mercado de trabalho no setor de tecnologia. Seu objetivo é ajudar a capacitá-las, trazendo novas oportunidades. Desde o princípio, já sabíamos que seria incrível convidarmos ela para o movimento e participarmos disso juntos.

Ela nos compartilhou um pouco do que já vivenciou, contando como é fazer parte de comunidades e ongs com trabalhos voluntários que geram um impacto significativo na sociedade. E também pôde mostrar a sua percepção de como é colaborar em áreas de extrema desigualdade social.

Quando eu penso em um movimento,  acredito que seja algo que você tenha que contribuir de maneira gradativa para o crescimento da sociedade. Eu sempre procuro transmitir meu conhecimento para os outros, funciona como uma via de mão dupla, procuro entregar algo e aprender com isso, diminuindo esse gap de desigualdade, seja qual for a desigualdade” explicou.

 

Larissa ainda ressaltou que hoje ela atua em três ongs e tem sido uma experiência extremamente gratificante, pelo fato de ajudar o próximo.

 

‘’Hoje eu participo de três, por que eu acho que você precisa ter um tempo para se dedicar a todas. Participo do Teto, que é mais voltado para construir casas e entregar às famílias uma moradia digna, tendo em vista que essas famíl

Assembleia com moradores da região

ias vivem abaixo da linha da pobreza. O teto basicamente constrói casas emergenciais, que duram aproximadamente cinco anos. O intuito é construir essas casas e realizar também algumas atividades para entreter a comunidade. É uma comunidade em situação difícil, que não possui nem água canalizada e com a nossa ajuda, esperamos que, num futuro próximo as pessoas possam residir lá.

 

Vivemos em uma sociedade heterogênea, quanto a gênero, raça, padrões de comportamento e cultura. A pluralidade de ideias representa a expressão da diversidade quanto à crenças, valores, costumes transmitidos para nossa sociedade. O preconceito acentuado dentro das universidades contribuiu para que ela fizesse parte do movimento.

O Teto foi a primeiro ong que participei e nessa época eu já estudava tecnologia, durante a universidade percebi que rolava um certo preconceito com as mulheres que faziam o curso. Achei uma coisa absurda e decidi que algo precisava ser feito para quebrar esse paradigma. Foi então que me associei  a comunidades com outras mulheres para fortalecer esse movimento, transmitindo meus aprendizados, minhas vivências diárias e experiências.

Larissa e meninas da Desprograme

A desprograme é uma comunidade que incentiva e ajuda outras mulheres a se inserirem no mercado de tecnologia por meio de cursos. E a cloud girls é o meet up, voltado às mulheres que buscam profissionais que queiram palestrar e participar de eventos voltados a tecnologia. Nossa ideia é sempre reunir mulheres para palestrar e participar desses eventos, mas sem nenhuma distinção de gênero, se você se considera mulher você pode fazer parte disso também. Eu faço parte dessas três hoje’’ completou.

Sempre tive a ideia de ajudar outras pessoas que quisessem estar inseridas nesse movimento de tecnologia, só que estão impossibilitadas porque não tem condições financeiras para isso. Estudar tecnologia é muito caro e também existe aquele preconceito que tecnologia não se aplica às mulheres” reforçou.

 

A cultura aqui na Builders, representa algo inerente ao valor que tem o ser humano, onde a busca pelo conhecimento, efetivação e autossuficiência são fundamentais para nos consolidarmos como construtores de jornadas e sonhos.   

Larissa ainda explicou que cursar tecnologia não está ligado somente em pensar em ganhar um bom dinheiro ou ter uma perspectiva de carreira bem consolidada, mas sim ideais, que vão muito além disso.

‘’É você fazer com que todo mundo esteja alinhado nos mesmos objetivos, caminhando em sincronia, em prol de um único objetivo que é contribuir para que as pessoas tenham um lugar ao sol’’ completou.

Pra finalizar,  ela concluiu que a utilização desses insights são super importantes para compreensão de como melhorar seu envolvimento nas comunidades, agregando valor de uma maneira geral. 

Nós acreditamos que as ações dos voluntários são pautadas em dividir momentos únicos e somar experiências. Isso vai de encontro com nossos ideais, afinal não estamos aqui por acaso e todos nós temos algo de bom a oferecer. E você? Tem contribuído em alguma área? Já participou desse trabalho? Conta pra gente, por aqui amamos ouvir boas histórias e aprender junto com as pessoas!

A nossa jornada é contínua e intensa, nos dedicamos ao máximo gerando empatia, trabalhando com um processo de apoio e resultado conjunto. Seguimos padrões e condutas que reforçam um sentimento de dedicação do início ao fim.

 

#GoBuilders #MovimentoBuilders #WeareBuilders

 

Lucas Brawlyo
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